Conselheiros da APA Sul tomam posse para biênio 2018-2020

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Foto: Divulgação IEF
22 integrantes tomaram posse para Conselho Consultivo da APA Sul 

Os 22 integrantes do Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte (APA Sul RMBH) tomaram posse no dia 29 de outubro, para o biênio 2018-2020. Os conselheiros têm a missão de opinar sobre as questões que dizem respeito à unidade de conservação, que se estende por 13 municípios do Vetor Sul da capital mineira.

A posse do Conselho foi realizada na sede unidade de conservação que é compartilhada com o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça. Estiveram presentes representantes das empresas e dos municípios que integram o colegiado. “A legislação define que a gestão de uma unidade de conservação deve ser feita integrando os poderes públicos, seja da União, do Estado ou dos municípios que compõem a área, além da sociedade civil, setor produtivo e associações civis”, explica o gerente da APA Sul, Luiz Roberto Bendia.

A APA Sul possui áreas nos municípios de Barão de Cocais, Belo Horizonte, Brumadinho, Caeté, Catas Altas, Ibirité, Itabirito, Mário Campos, Nova Lima, Raposos, Rio Acima, Santa Bárbara e Sarzedo.  A unidade de conservação foi criada pelo Decreto Estadual 35.624, de 8 de junho de 1994. Posteriormente, em 2001, a área foi ampliada por meio da Lei Estadual n. º 13.960.

Na unidade de conservação de uso sustentável estão presentes duas grandes bacias hidrográficas. Uma delas é a do Rio São Francisco, com as presenças das sub bacias do Rio das Velhas e do Rio Paraopeba. A outra é a do Rio Doce, com a sub bacia do Rio Piracicaba. As duas respondem pelo abastecimento de aproximadamente 70% da população de Belo Horizonte e 50% da população de toda a região metropolitana.

“A área possui uma das maiores extensões de cobertura vegetal nativa contínua do Estado, abrangendo regiões conhecidas como Caraça e Gandarela”, explica Luiz Roberto Bendia. No local, ocorrem as matas úmidas de fundos de vales e as matas de altitude e grandes formações rochosas. “Essas características determinam inestimável valor em termos de biodiversidade”, afirma.

Emerson Gomes

Ascom/Sisema